sexta-feira, 31 de julho de 2020

Semana 14 (03/08) - Matemática e Educação Física


Alunos, a atividade abaixo é interdisciplinar (engloba as disciplinas de Matemática e Educação Física), você pode fazer a atividade em qualquer um dos dois cadernos, ou seja, escolha um caderno para copiar a atividade.

Olá querido aluno iremos dar continuidade em nosso trabalho sobre consumo, mas tendo como foco a beleza.
Você já pensou sobre o que é ser belo?
Você assistirá um vídeo e depois irá responder algumas reflexões: 


     1)      Existe um padrão de beleza? Poderia descreve-lo?
     2)      Você costuma seguir algum padrão de beleza? Qual?
     3)      Se pudesse fazer alguma modificação em seu corpo, rosto, cabelo, o que faria? Por quê?
     4)      Você já fez algum regime ou tomou algum remédio ou suplemento para ficar forte? Teve resultado?
     5)      Por que nem sempre as pessoas estão satisfeitas com seu corpo, rosto, cabelo? 



O gráfico abaixo foi retirado da matéria Emagrecer sem tomar remédio (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI249582-15257,00-EMAGRECER+SEM+TOMAR+REMEDIO.html visualizado em 28/7/2020 as 14h52).


Responda segundo o gráfico:

      a)       Quais alimentos citados ajudam a engordar?
      b)      E a emagrecer?
      c)       Qual alimento citado engorda mais?
      d)      É correto afirmar que a Picanha engorda menos que a linguiça? Justifique sua resposta
      e)      Qual alimento provoca a maior perda de peso?
      f)        É correto afirmar que grãos integrais emagrecem mais que vegetais? Justifique sua resposta?

Soluções da Semana 13


domingo, 19 de julho de 2020

Semana 12 (20/07) - Matemática e Educação Física


Matemática na música
O som é uma onda e que a frequência do som é o que define a nota musical. Mas o que é uma frequência? É uma repetição com referência de tempo. Imagine, por exemplo, uma roda de bicicleta girando. Se essa roda completa uma volta em 1 segundo, dizemos que a frequência dessa roda é “uma volta por segundo”, ou “um Hertz”.
Hertz é apenas um nome dado para representar a unidade de frequência, e costuma ser abreviado para “Hz”. Se essa roda do nosso exemplo completasse 10 voltas em 1 segundo, sua frequência seria 10 Hertz (10 Hz).
Como o som é uma onda, e essa onda oscila com uma certa frequência. Se uma onda sonora completar uma oscilação em 1 segundo, sua frequência será 1 Hz. Se ela completar 10 oscilações em 1 segundo, sua frequência será de 10 Hz.
Para cada frequência, temos um som diferente (uma nota diferente). A nota Lá, por exemplo, corresponde a uma frequência de 440 Hz. E onde entra a matemática nessa história? Observou-se que quando uma frequência é multiplicada por 2, a nota permanece a mesma. Por exemplo, a nota Lá (440 Hz) multiplicada por 2 = 880 Hz é também uma nota Lá, só que uma oitava acima, ou seja, mais agudo.
Se o objetivo fosse abaixar uma oitava, bastaria dividir por 2. Podemos concluir então que uma nota e sua respectiva oitava mantêm uma relação de ½.
Muito bem, antes de continuarmos, vamos voltar ao passado, para a Grécia Antiga. Naquela época, existiu um homem chamado Pitágoras que fez descobertas muito importantes para a matemática (e para a música).
Isso que acabamos de mostrar sobre oitavas ele descobriu “brincando” com uma corda esticada. Imagine uma corda esticada, presa nas suas extremidades. Quando tocamos essa corda, ela vibra (observe o desenho abaixo):


















Ele reparou que um novo som surgiu, diferente do anterior. Dessa vez, não era a mesma nota uma oitava acima, mas uma nota diferente, que precisava receber outro nome. Esse som, apesar de ser diferente, combinava bem com o som anterior, criando uma harmonia agradável ao ouvido, pois essas divisões até aqui mostradas possuem relações matemáticas 1/2 e 2/3 (nosso cérebro gosta de relações lógicas bem definidas).
Assim, ele continuou fazendo subdivisões e foi combinando os sons matematicamente criando escalas que, mais tarde, estimularam a criação de instrumentos musicais que pudessem reproduzir essas escalas.
O intervalo do trítono, por exemplo, foi obtido a partir da relação 32/45, uma relação complexa e inexata, fator que leva nosso cérebro a considerar esse som instável e tenso. Com o passar do tempo, as notas foram recebendo os nomes que conhecemos hoje.
Curiosamente, de um modo geral, o cérebro humano interpreta como “agradáveis” sons provenientes de valores pequenos no numerador e no denominador de uma fração, como as relações 2/3, 4/5, 8/5, etc. Já a fração 32/45 soa “desagradável”.
Apesar de não existir uma prova científica para justificar isso, o motivo pode ser a combinação de períodos, onde períodos muito desalinhados são mais difíceis de interpretar. Por exemplo, imagine um som que toca a cada dois segundos, juntamente com outro som que toca a cada 3 segundos (resultando em uma fração 2/3). O padrão resultante dessa combinação de dois ritmos poderia ser identificado rapidamente. Porém dois sons que tocassem nas proporções de 32 por 45 formariam um padrão rítmico mais difícil de decifrar. Se essa ideia não ficou muito clara, considere o seguinte:
Na prática, como já vimos, uma nota musical é formada por batidas tocadas rapidamente em sucessão (por exemplo: 220 batidas por segundo = 220 Hz).
Quando tocamos duas notas ao mesmo tempo, estamos comparando um som que bate x vezes por segundo com outro que bate y vezes por segundo, resultando em uma fração x/y.
Se a forma mais reduzida dessa fração resultar em números pequenos, significa que o padrão rítmico pode ser mais facilmente interpretado.
Em outras palavras, cada nota possui um ritmo associado, e o cérebro humano interpreta esses ritmos em um espectro de altura sonora (agudo ou grave). A sobreposição de duas notas, em sua essência física fundamental, é uma sobreposição rítmica. Se o ritmo resultante consiste em um padrão simples e identificável, a interpretação sonora é mais agradável.
Muitos povos e culturas criaram suas próprias escalas musicais. Um exemplo foi o povo chinês, que partiu da experiência de Pitágoras (utilizando cordas) como base, formando uma escala de 5 notas (Pentatônica). Essa escala pentatônica, por ser agradável e consonante, representou muito bem a cultura oriental, que sempre foi pautada na harmonia e estabilidade. A música ocidental, por sua vez trabalha com 12 notas, chamada de cromática.
Matemática na música (adaptado). https://www.descomplicandoamusica.com/matematica-na-musica/. Acesso: 03/06/2020

   1)    “[...] uma nota musical é formada por batidas tocadas rapidamente em sucessão”. 440 Hz equivalem a quantas batidas por segundo?
a)    220
b)    440
c)     660
d)    880

    2)    Qual o denominador da fração 32/45
a)    32
b)    45
c)     23
d)    54

    3)    A fração 2/3 pode ser lida como:
a)    Dois e três
b)    Três meios
c)     Dois terços
d)    Três e dois avos

    4)    Na fração 1/2, qual é o seu numerador?
a)    10
b)    1
c)     2
d)    20

    5)    “Se uma onda sonora completar uma oscilação em 1 segundo, sua frequência será 1 Hz”. Portanto, se uma onda sonora completar 20 oscilações em 1 segundo, sua frequência será de:
a)    1Hz
b)    10Hz
c)     20 Hz
d)    100 Hz

    6)    Uma escala Pentatônica, possui quantas notas musicais?
a)    2
b)    3
c)     4
d)    5

   7)    Na palavra “Pentatônica”, qual parte de sua construção, como palavra, determina o número de notas musicais que ela possui?
a)    Penta
b)    Tônica
c)     Tatônica
d)    Pentato

     8)    Coloque em ordem crescente as seguintes frações 2/3, 4/5, 8/5.
a)    4/5, 2/3, 8/5
b)    2/3, 8/5, 4/5
c)     8/5, 4/5, 2/3
d)    2/3, 4/5, 8/5

     9)    De acordo com o texto, qual o matemático que é atribuído a criação das escalas musicais?
a)    Euller
b)    Santos Dumont
c)     Pitágoras
d)    Newton

    10)  Em relação a 32/45 é correto afirmar:
a)    É uma fração irredutível
b)    É equivalente a 7/9
c)     É equivalente a 10/15
d)    É equivalente a 2/3


Soluções da Semana 11


segunda-feira, 13 de julho de 2020

Semana 11 (13/07) - Matemática e Educação Física

MATEMÁTICA 

EDUCAÇÃO FÍSICA

É sabido que durante a quarentena muitas pessoas tendem a ficarem desmotivadas, por vezes há um ganho de peso, a pratica de exercícios físicos acaba sendo diminuída ou até mesmo interrompida. Muitos ficam somente presos aos eletrônicos, telas, computadores, celulares, televisões, dentre outros. Sendo assim, com o objetivo de colocar todos vocês em movimento, trago um jogo de tabuleiro onde vocês e seus parentes e amigos serão as peças. O jogo é fácil e muito legal. O tabuleiro está abaixo, e as regras são as seguintes:
REGRAS DO JOGO
OBJETIVO: Cumprir todo o percurso do tabuleiro, com o peão, executando todas as tarefas propostas.
NÚMEROS DE JOGADORES: Até 5 pessoas.

COMO JOGAR:
1- Para iniciar é preciso construir o dado. Para isso recorte e cole a figura abaixo, inserindo os números de 1 a 6 em cada face do dado abaixo.
2- Cada participante precisará de um peão, que deverão ser colocados na primeira casa.
3- Inicia a partida o participante que retirar o maior número.
4- Cada participante poderá jogar o dado uma vez, a cada rodada, devendo avançar o número de casas correspondentes ao número que retirou no dado.
5- O participante deverá realizar a tarefa indicada na casa em que ele parou. Todos os participantes de completar todo o circuito do jogo.
6- Lembre-se! O importante não é quem chega primeiro! O importante é divertir-se e movimentar-se.
(se você tiver um dado em casa também pode usar).




ATENÇÃO! Não esqueça de responder ao questionário a seguir para identificarmos o seu acompanhamento nas atividades.